Defendo veementemente a opinião de que as pessoas se dividem
em apenas dois níveis na vida; seja em relacionamentos amorosos ou
profissionais. No amor, os solteiros e os que namoram; nas relações de emprego,
os mandados e os que mandam. Em algum momento da vida você vai ocupar uma
destas posições – o mais comum é que você evolua. SE mandado, passarás a ser
mandante; se encalhado, descolarás um amante. O mais importante – no entanto e
sobretudo –, é que ao passar de uma função para outra deverás esquecer tudo o
que vivera na anterior. Sendo assim, amigo, ao fim dos dias de solidão e
macarrão instantâneo, não perderás mais nenhum segundo desta nova vida sem
comentar com a população mais próxima a efervescência da sua vida amorosa, ou
os resultados daquela promoção espontânea. O importante, na verdade, é nunca
romper o ciclo e manter a roda das frustrações – e por que não dos sonhos? –
sempre girando.

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